Arte tribal inspira relógios da Vacheron Constantin

A Vacheron Constantin acredita que um relógio pode estabelecer uma ponte entre as culturas de diferentes nações.
Por isso, os relojoeiros embarcaram em uma longa viagem através do tempo e espaço, em direção às origens do homem, criando assim a linha Les Masques, da coleção Métiers d’Art.
A linha conta com quatro modelos diferentes homenageando o povo sasak (Indonésia, Oceania), Zangs-bag (China, Ásia), fang (Gabão, África) e a cultura mezcala (México, América Central). Cada relógio está equipado com o movimento automático calibre 2460G4 da marca, com reserva de marcha de 40 horas, além do prestigiado Selo de Genebra. Este movimento permite que o relógio marque a hora sem a necessidade de ponteiros. Por meio de um trem de rodas e engrenagens, quatro discos indicam em pequenas janelas as horas, os minutos, os dias e a data, e o centro do mostrador fica livre para as máscaras e para que os artesãos possam expressar a criatividade livremente.
Confira cada modelo
Máscara da China – em ouro amarelo de 18 quilates, possui uma engenhosa técnica baseada na transparência e em um tratamento especial do vidro produz a sensação de que a máscara está flutuando. Os diferentes tons dos cristais de safira são obtidos mediante um processo de metalização único e realçam a cor da máscara. O poeta Michel Butor criou breves poemas em prosa para o modelo que só se torna legível quando recebe luz de um ângulo determinado. Consegue-se esse efeito com a metalização à vácuo, um sofisticado processo tecnológico que consiste em aplicar com pistola as letras de ouro no cristal de safira.
Máscara da Indonésia – em ouro branco 18K, possui uma engenhosa técnica baseada na transparência e em um tratamento especial do vidro produz a sensação de que a máscara está flutuando. Os diferentes tons dos cristais de safira são obtidos mediante um processo de metalização único e realçam a cor da máscara. O poeta Michel Butor criou breves poemas em prosa para o modelo que só se torna legível quando recebe luz de um ângulo determinado. Consegue-se esse efeito com a metalização à vácuo, um sofisticado processo tecnológico que consiste em aplicar com pistola as letras de ouro no cristal de safira.
Máscara do México – em platina 950, possui uma engenhosa técnica baseada na transparência e em um tratamento especial do vidro produz a sensação de que a máscara está flutuando. Os diferentes tons dos cristais de safira são obtidos mediante um processo de metalização único e realçam a cor da máscara. O poeta Michel Butor criou breves poemas em prosa para o modelo que só se torna legível quando recebe luz de um ângulo determinado. Consegue-se esse efeito com a metalização à vácuo, um sofisticado processo tecnológico que consiste em aplicar com pistola as letras de ouro no cristal de safira.
Máscara do Gabão – em ouro rosa 18K, possui uma engenhosa técnica baseada na transparência e em um tratamento especial do vidro produz a sensação de que a máscara está flutuando. Os diferentes tons dos cristais de safira são obtidos mediante um processo de metalização único e realçam a cor da máscara. O poeta Michel Butor criou breves poemas em prosa para o modelo que só se torna legível quando recebe luz de um ângulo determinado. Consegue-se esse efeito com a metalização à vácuo, um sofisticado processo tecnológico que consiste em aplicar com pistola as letras de ouro no cristal de safira.