10ª edição do Festival Hercule Florence começa na quarta-feira (19/04)

Workshops, exposições, fóruns, mesas de discussão, performances, intervenções urbanas, ações performáticas, lançamentos editoriais e grupos de trabalho coletivo são algumas das atividades que integram a 10ª edição do Festival Hercule Florence, que acontece de 19 a 23 de abril, na Unicamp, Estação Cultura e ações independentes espalhadas pela cidade.

(In)versoes na paisagem por Dirceu Maues @ divulgação

Com tema Febre, o festival divide-se em dois eixos curatoriais: Fotografia de Rua e Imagem Mágica para assim discutir os espaços ocupados pela fotografia na contemporaneidade e a persistência das técnicas retrospectivas na construção da imagem.
Contemplado no Programa de Ação Cultural (ProAc) de 2016, o festival reúne nomes como Miguel Chikaoka, Dirceu Maués, Cássio Vasconcelos, Érico Hiler, Ricardo Hantzschel, Fabiana Bruno e João Kulcsar para discutir os rumos da fotografia na atualidade, a urgência, o uso da tecnologia na imagem e as práticas editorias.
De 21 a 23 de abril, as atividades se concentram na Estação Cultura, com oficinas, workshops gratuitos (vagas esgotadas) e pagos (alguns ainda com vagas), exposições, palestras, intervenções, mesas de discussões, aulas abertas, leitura de portfólios e a tradicional caminhada fotográfica. Haverá ainda a 4ª edição da Feira Curta, com troca de livros, moda e cultura, e food trucks no local.
“A ideia é que o pessoal venha a pé e pela 13 de Maio para conferir a mostra Urbanidades, a maior a céu aberto que a cidade já teve, com 74 painéis com imagens de autoria de 25 fotógrafos. No domingo haverá colagem de dezenas de lambe-lambes na fachada da Estação Cultura com as imagens clicadas nas nossas oficinas!”, explica Ricardo Lima, fundador e organizador do festival.
Nos 10 anos de Festival na cidade, foram realizadas 40 oficinas. Mais de 80 fotógrafos brasileiros e estrangeiros vieram contribuir para o evento. Mais de 60 exposições estiveram em cartaz e 120 mil pessoas participaram do evento ao longo dos anos. “Lembro que quando criei o Festival, minha ideia era apenas mexer com a fotografia na cidade. Hoje em dia, dezenas de fotógrafos são nossos parceiros. Temos parceria da Canon, da Canson, da Unicamp e apoio do Governo do Estado, através do ProAc. O festival colocou a fotografia em pauta e a cada ano temos novas discussões da imagem como linguagem. Acho interessante esse aspecto do festival, que além de tornar a imagem mais acessível ao conhecimento, discute o que está acontecendo na atualidade”, ressalta Ricardo.

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