Bruna Gascon faz uma significativa pergunta no seu livro ‘Enfim Magra, e Agora?‘: as mulheres precisam mesmo ser tão magras quanto imaginam?
Com bom humor, Bruna fala das ansiedades femininas, do modelo impossível de magreza que começou a ser espalhado pela mídia e pela cabeça das mulheres a partir da década de 80, e de como o sofrimento para se adequar a ele muitas vezes não traz benefícios – nem estéticos, nem de saúde, nem de relacionamentos.
Enquanto mulheres se matam nas academias e passam fome só para usar roupas tamanho 38, os homens, cada vez mais, adoram mulheres que usam os tamanhos 42 e 44.
Segundo pesquisas, as mulheres fazem todos os sacrifícios do mundo para serem magras, não para agradarem os homens, mas para competirem umas com as outras. Uma mulher, quando vai a uma festa, não se arruma para o namorado ou marido, e sim para as outras mulheres que estarão presentes. Elas ficam magras e se arrumam inteiras para causar inveja às inimigas e para competir com as amigas, e não para agradar os homens. As mulheres ainda não se deram conta de uma coisa: as amantes são sempre mais gordas que as esposas.
Este livro propõe uma reflexão realista e sem pudores sobre estar acima do peso, mas com saúde, e pretende estimular aquelas que acham que estão gordas a sentirem-se gostosas e desejadas, explorando todas as vantagens de ter muitos quilos a mais. Mostre ao seu marido uma foto da atriz Angelina Jolie de biquíni e outra da atriz Jennifer Lopez. Qual será que ele vai preferir?
A autora travou uma longa luta pelo peso ideal, ainda que oposto ao da maioria da população – Bruna sempre sentiu que era magra demais – e fala com fluência e grande pertinência sobre uma das questões que mais movimentam a moda, a estética, o comportamento e a cultura da atualidade, oferecendo reflexões para convidar a leitora a uma vida mais ajustada consigo própria e mais baseada numa saudável auto-estima.
Serviço
Enfim magra, e agora?
Autora: Bruna Gasgon
R$ 24,90

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