Intrigas, inveja, drogas e desperdício de dinheiro são os destaques da família de Dona Marieta, senhora de idade avançada pertencente à classe média-alta carioca. Seu assassinato poderia ter inúmeras motivações e alguns suspeitos, entre eles seus dois filhos e três netos.
No cerne de “A Morte da Viúva” (Ed. Telha), o Delegado Luciano terá muito o que investigar para solucionar esse que, aparentemente, trata-se de um crime familiar. A obra é o quarto romance policial escrito pelo jornalista e escritor Carlos Carvalho.

Em “A Morte da Viúva”, Marieta fora encontrada morta em seu apartamento, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em um imóvel sem sinais de arrombamento e sem nada ter sido roubado de lá. Responsável pelo caso, Luciano tem como crença, como alguém que já viveu muito tempo e trabalhou em diferentes casos, “o ser humano é o bicho mais complicado e perverso de todos os animais, é o único capaz de matar por qualquer motivo. Quando se trata de poder e dinheiro, então, é capaz de coisas que até Deus dúvida”, nas palavras do delegado.
Ao se depararem com uma cena de crime com pouca ou nenhuma pista, o delegado e sua equipe precisam ir além no que diz respeito ao trabalho investigativo do dia a dia, enquanto avaliam se existe limite para a perversidade humana. Quem teria interesse na morte daquela mulher, uma viúva aparentemente sem inimigos? Que mistérios poderiam cercar aquela família?
“A ideia da trama é mostrar o que as pessoas são capazes de fazer por poder e dinheiro, o que é uma triste realidade da sociedade em que vivemos, onde muitas vezes a riqueza vale mais do que uma vida e pode provocar a destruição das relações familiares.” – Carlos Carvalho, jornalista e escritor

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