“Dona Marilda”, minha professora mais importante

Na minha memória afetiva mais profunda sobre o Dia do Professor, não há uma lição de gramática ou uma chatíssima fórmula matemática na lousa. Há Dona Marilda, professora de Educação Artística da sexta da série do ensino fundamental. Com sua pele muito clara, cabelos escuros e olhos azuis marcantes, ela parecia ter escapado das páginas de uma fábula clássica para habitar o cotidiano escolar, lembrando … Continuar lendo “Dona Marilda”, minha professora mais importante

As Múltiplas Dimensões da Casa Afetiva

Em janeiro deste ano, refletimos sobre como o belo é uma necessidade vital de sobrevivência emocional. Naquela ocasião, concluímos que a beleza estética, em seus pequenos gestos, nos salva do cinismo e da produtividade extrema. Hoje, o convite é para darmos um passo adentro. Onde essa beleza repousa quando fechamos a porta da rua e deixamos o mundo lá fora? Ela encontra morada no que … Continuar lendo As Múltiplas Dimensões da Casa Afetiva