O álbum visual de Beyoncé

O novo álbum visual de Beyoncé foi recebido com críticas entusiasmadas na sexta-feira (31/7) em lançamento realizado em meio a uma tentativa de acerto de contas sobre raça e justiça social nos Estados Unidos.
“Black is King” reimagina o argumento do filme “O Rei Leão” com humanos e pretende “mudar a percepção global da palavra Black”, disse a cantora de R&B em uma mensagem de lançamento.
O trabalho do álbum apresenta videoclipes exuberantes celebrando a busca por identidade e a beleza negra nos tempos contemporâneos e históricos.
Ele começou há um ano, mas seu lançamento foi adiado após uma onda de protestos no mundo todo sobre injustiça racial, motivados por assassinatos de homens e mulheres negros nas mãos da polícia dos Estados Unidos.
A Variety classificou o álbum de “um lembrete colorido do poder e da glória dos negros, aqui na América, mas ainda mais na África”.

Black is King – Naomi e Lupita Nyong’o @ reprodução

A hashtag #BlackIsKing estava entre as três principais do Twitter na sexta-feira.

“Somos gratos a Beyoncé por esta celebração da experiência negra”, tuitou o site de cultura negra Essence.com.

A crítica do Guardian chamou o álbum visual de “canção de amor de Beyoncé para a diáspora negra” e elogiou o envolvimento de artistas africanos como Yemi Alade, Lord Afrixana e Shatta Wale.

Blue Ivy – Black is King @ Reprodução_1

Blue Ivy, filha de Beyoncé, Lupita Nyong’o, Kelly Rowland, Pharrell Williams e Naomi Campbell estão entre outras celebridades com aparições no trabalho.
Beyoncé escreveu em uma postagem no Instagram que os recentes apelos por mudanças sociais tornaram o álbum ainda mais relevante do que ela esperava quando começou a trabalhar nele.
“Black is King” foi lançado na plataforma de streaming Disney+.