O tempo tem suas próprias batidas, muitas vezes ditadas por tempestades que nos exigem recolhimento. Nesse ano, em meio a um momento de profunda dor pela doença e posterior falecimento do meu amado cachorro de quase quatorze anos, o Bernardo, a criação artística silenciou. Travei totalmente.

Foi necessário um período sabático, um respiro na alma para conseguir atravessar a ausência. A vida em sociedade e suas durezas por vezes cobram um preço alto da nossa sanidade mental, e a arte surge como o único refúgio possível, uma forma silenciosa de resistência.

Desta forma, o ateliê Foi o Jorge Que Fez retoma suas atividades com o lançamento de uma nova série de colares decorativos, criados com a mesma dedicação de sempre e a alma lapidada pelo tempo, renovando o compromisso com o design autoral e afetivo.
Esses colares decorativos nascem para transgredir a função tradicional do adorno, ganhando os espaços da casa com total versatilidade. Com tamanhos que variam de cinquenta centímetros a dois metros, essas peças podem ser dispostas com elegância em mesas de jantar, aparadores, estantes, racks ou penduradas em paredes para criar um ponto focal impressionante.

Cada composição reflete a riqueza da matéria orgânica, inspirada na imponência das savanas africanas, unindo madeiras nobres, pedras, sementes e fibras naturais em uma fusão harmoniosa entre arte e natureza.

Retomar a produção é, acima de tudo, um ato de afeto e esperança. É reafirmar que, por mais duras que sejam as estações da vida, a beleza, a decoração e a partilha criativa continuam sendo o nosso melhor caminho de volta para casa.

Onde encontrá-los: As novas peças da coleção já estão disponíveis. Para conhecer o portfólio completo, acompanhar os bastidores e encomendar a sua peça, acesse o perfil no Instagram [@foiorjorgequefez] ou entre em contato diretamente pelo WhatsApp do ateliê.
