Sophia Marino Faustino explica o porquê da paixão pelo rock

Eu, Sophia Marino Faustino, 17 anos, filha de Robert Plant, afilhada de David Bowie e mentalmente presa em 1973, apesar do pensamento contrário dos meus pais Herbert e Paula.
Comecei a gostar de Rock desde o útero, minha mãe costumava a colocar Queen para eu ouvir quando estava na barriga. De Queen, fui para Beatles por conta de meu pai. Depois AC/DC e Guns n Roses pelos primos, U2 pelo tio…
Cresci nesse ambiente do Rock. Porém, de todas as bandas, a que mais me encantei foi o Rolling Stones, era bem nova quando jogava Guitar Hero 3 no PlayStation 2 e na trilha sonora, tinha “Paint It Black”. Foi paixão a primeira vista!
Depois conheci o Pink Floyd e minha vida mudou, passando de gosto musical, para modo de viver!
Concordo quando dizem que Rock não é para qualquer um. Alias Rock é o som dos intelectuais e rebeldes, assim como o Jazz e o Blues.
É um estilo de vida que você escolhe viver, seja do mais pesado como Doom Metal, até o mais leve como Rockabilly.
Gosto de pensar que Rock é a representação da eterna juventude, uma vez que muitas músicas se tornam hinos para todas as gerações. Até mesmo quem não gosta de Rock, conhece os clássicos.

Não é a toa que músicos da década de 60/70 diziam ser escravos do Rock. É um estilo que te acolhe, independentemente da sexualidade, gênero ou cor, tem lugar para todos. Sister Rosetta Tharpe, uma mulher negra em meio ao auge da segregação racial dos Estados Unidos, pegou uma guitarra e usou do Blues para revolucionar a Gospel Music, criando a sonoridade e conceito daquilo que futuramente se chamaria Rock and Roll.
Sem contar que se trata de um estilo que guiou movimentos sociais, como foi o caso do Glam Rock e a revolução sexual.
Quando David Bowie disse em uma entrevista em 1973 “Sou bissexual”, foi um choque para a mídia conservadora e um grito de liberdade para a comunidade LGBT, que logo conheceria bandas como T-Rex de Marc Bolan e The Stooges de Iggy Pop.
Por isso, gostam de Rock os revolucionários que visam mudanças drásticas e escapes de uma sociedade careta.

Sophia Marino @ Acervo Pessoal

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